Venho dos limites do tempo
De uma galáxia qualquer
Já fui mar, já fui vento
Agora sou pensamento
Aparado em dado momento
No ventre de uma Mulher!
Meu corpo é magistral!
Brutal! Perfeito! Soberbo!
De início não era verbo
Agora sou o verbo ser
Tenho comigo segredos
Segredos do universo
Transporto no corpo recados
Que escrevo em forma de verso.
Venho dos limites do tempo
Não há tempo de onde sou:
Deserto? Água corrente?
Já fui Norte, já fui Sul
Pó astral, mar azul!
Luar, estrela cadente.
Voltei...
Agora sou pensamento
Nascido em dado momento
Do ventre de uma Mulher!
Partirei
Num cometa qualquer...
E serei novamente pôr-do-sol.
Cor-de-rosa, aloendro, malmequer!
quarta-feira, 13 de outubro de 2004
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Um comentário:
Eis um poema da minha autoria que quem o editou não colocou os devidos créditos. Este poema foi escrito por mim, editado no meu blog POEMAS DE AMOR E DOR http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt
O poema encontra-se registado em Portugal.
Nunca me publicaria um poema sem colocar o seu autor. Por certamente se tratar de um erro agradeço que coloque o nome do seu autor. O meu: Rogério Martins Simões
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